Frases de Caio Fernando Abreu

Frases de Caio Fernando Abreu

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Caio Fernando Abreu (n. 12 de setembro de 1948, Santiago, RS — m. 25 de fevereiro de 1996, Porto Alegre) foi um escritor, cronista e dramaturgo brasileiro cuja obra captou com intensidade a solidão, o desejo e a fragilidade humana. A sua voz, ao mesmo tempo íntima e fragmentária, tornou-se referência para gerações que procuram na literatura uma linguagem confessional e experimental.

Ao longo das décadas de 1970 e 1980 consolidou-se como autor de contos e crónicas que exploram memória, exílio interior e sexualidade, escrevendo também para teatro e meios audiovisuais. Abreu foi uma presença marcante na cultura brasileira, deixando um legado de obras e escritos que continuam a ser estudados e reeditados.

Cronologia

  • 1948: Nascimento em Santiago, Rio Grande do Sul — 12 de setembro.
  • 1970s: Início da carreira literária e trabalhos como cronista e dramaturgo; presença crescente em jornais e revistas.
  • 1982: Publicação de Morangos Mofados, colecção de contos que se tornou uma das suas obras mais emblemáticas.
  • Década de 1980: Reconhecimento nacional: publicação de várias colectâneas de contos e crónicas; adaptações teatrais e presença na imprensa cultural.
  • 1996: Morte em Porto Alegre a 25 de fevereiro, vítima de complicações relacionadas com sida; legado literário consolidado.

Sabias que?

  • Foi também cronista habitual em jornais e teve textos adaptados para teatro e televisão.
  • Assumiu publicamente a sua condição de homem gay numa época de maior estigma, o que marcou a recepção da sua obra.
  • Mantinha um intenso hábito de escrita diarística; muitos fragmentos e registos íntimos alimentaram as suas crónicas.

Obras Principais: Morangos Mofados, Os Dragões Não Conhecem o Paraíso, Ovelhas Negras

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