Frases de Georges Clemenceau

Frases de Georges Clemenceau

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Georges Clemenceau (1841–1929) foi um dos mais influentes homens públicos da França moderna: jornalista combativo, líder republicano e duas vezes Presidente do Conselho (1906–1909; 1917–1920). Conhecido pelo apelido «Le Tigre», destacou‑se pela oratória incisiva, pelo laicismo militante e pela tenacidade política que o colocou à frente do esforço de guerra francês durante a Primeira Guerra Mundial.

Figura central nas negociações de paz de 1919, Clemenceau exerceu influência decisiva no Tratado de Versalhes e na política externa francesa do pós‑guerra. A sua obra política inclui numerosos discursos, memórias e editoriais jornalísticos que refletem um estilo direto, pragmático e frequentemente polémico. A sua herança permanece ambivalente: admirado pela firmeza e criticado por posições intransigentes.

Cronologia

  • 1841: Nascimento em Mouilleron‑en‑Pareds, departamento de Vendée.
  • 1871: Fundação do jornal La Justice; afirmação como jornalista e tribuno republicano.
  • 1906–1909: Primeiro mandato como Presidente do Conselho (Primeiro‑Ministro), destacando‑se pela política laica e reformas.
  • 1917–1920: Retorno ao poder como chefe do governo durante a I Guerra Mundial; liderazgo do esforço de guerra.
  • 1919: Participação decisiva nas negociações do Tratado de Versalhes como representante francês.
  • 1929: Morte, deixando legado político e jornalístico controverso e duradouro.

Sabias que?

  • Apelidado de «Le Tigre» pela ferocidade e energia dos seus discursos e intervenções públicas.
  • Enquanto primeiro‑ministro na guerra, foi notório pelo ritmo de trabalho implacável e por dormir muito poucas horas, tornando‑se símbolo da determinação francesa.
  • Antes de atingir o auge político, construiu a sua influência sobretudo através do jornalismo e da fundação do diário La Justice.

Obras Principais: La Justice (jornal, fundado em 1871), Colecção de Mémoires e discursos (memórias políticas e editoriais), Discursos e declarações sobre a Guerra e a Paz (1917–1920), Artigos e editoriais compilados sobre a República e a laicidade

11 frases de Georges Clemenceau


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