Henry Louis Mencken (12 de setembro de 1880 – 29 de janeiro de 1956) foi um jornalista, ensaÃsta e crÃtico cultural americano nascido em Baltimore. Tornou-se uma voz dominante na imprensa dos anos 1910–1940, conhecido pela ironia cortante, análise cultural erudita e defesa do pensamento laico. Trabalhou no Baltimore Sun e foi cofundador da revista The American Mercury.
A sua obra combina jornalismo, sátira e investigação linguÃstica — notavelmente sobre o inglês americano — e influenciou gerações de cronistas e crÃticos. Embora celebrado pela lucidez e humor, o seu legado é também polémico: Mencken deixou comentários provocadores sobre raça e sociedade que complicam a receção contemporânea da sua obra. Doou vasta biblioteca à cidade de Baltimore.
Cronologia
- 1880: Nascimento em Baltimore, Maryland (12 de setembro).
- 1899: InÃcio da carreira jornalÃstica no Baltimore Sun.
- 1919: Publicação de Prejudices (Primeira Série), coleção de ensaios crÃticos.
- 1924: Cofundador da revista The American Mercury, influente fórum de crÃtica cultural.
- 1925: Cobertura do Julgamento de Scopes, crÃtica aberta ao fundamentalismo religioso.
- 1956: Morte em Baltimore (29 de janeiro); legou vasta biblioteca à cidade.
Sabias que?
- Cofundou, com George Jean Nathan, a influente revista The American Mercury em 1924.
- Doou a sua vasta biblioteca pessoal à Enoch Pratt Free Library, em Baltimore.
- Popularizou termos e neologismos crÃticos sobre a cultura popular, como 'booboisie'.
Obras Principais: The American Language, Prejudices (séries de ensaios), Treatise on the Gods, Happy Days (memórias)