Frases de Júlio Dantas

Frases de Júlio Dantas

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Júlio Dantas (13 de janeiro de 1876 — 26 de junho de 1962) nasceu em Lagos, no Algarve. Formado em Medicina, cedo transitou para a escrita, tornando-se uma das vozes mais populares e polémicas da literatura e do teatro portugueses do início do século XX. Autor prolífico — entre peças, romances, poesia e ensaios — cultivou uma prosa e um verso elegantes, de forte sensibilidade nostálgica e um gosto marcante pela erudição e pelo afeto pela tradição.

A sua carreira cruzou-se com a vida pública: exerceu funções ligadas à política e à diplomacia e foi figura habitual nos cenários literários e sociais da sua época. Apesar de críticas pelos seus traços conservadores e pelo classicismo melodramático, o seu repertório teatral e a sua capacidade de compor diálogos refinados garantiram-lhe um lugar duradouro na história literária portuguesa.

Cronologia

  • 1876: Nascimento em Lagos, Algarve (13 de janeiro).
  • Final do séc. XIX: Formação em Medicina; inicia paralelamente a atividade literária e jornalística.
  • 1902: Consolida-se como dramaturgo com peças que alcançam grande popularidade junto do público.
  • Década de 1920: Participa ativamente na vida pública, combinando literatura, polémica cultural e funções oficiais.
  • 1962: Morte em Lisboa (26 de junho), deixando vasta obra teatral, narrativa e ensaística.

Sabias que?

  • Foi médico de formação, o que lhe deu acesso às elites sociais e a experiências que transparecem nas suas descrições de costumes.
  • Para além da criação literária, teve intervenção pública nas áreas cultural e diplomática, fenómeno comum entre escritores da sua geração.

Obras Principais: A Ceia dos Cardeais, Quando os Lobos Uivam, Peças e romances de tom saudoso e erudito (coletânea)

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