Frases de Mia Couto

Frases de Mia Couto

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Mia Couto (António Emílio Leite Couto), nascido em 5 de julho de 1955 na Beira, Moçambique, é um dos mais renomados escritores da literatura em língua portuguesa contemporânea. A sua obra surge da confluência entre a tradição oral moçambicana e a língua portuguesa, criando narrativas marcadas por imagética poética, neologismos e um forte sentido de memória colectiva.

Ao longo de décadas, Mia Couto construiu uma obra multifacetada — romances, contos e crónicas — que tem recebido reconhecimento internacional, incluindo o Prémio Camões em 2013. A sua escrita aborda violência, identidade, memória e a relação entre seres humanos e paisagem, sempre com um tom inventivo e lírico.

Cronologia

  • 1955: Nascimento em Beira, Moçambique (nome de baptismo António Emílio Leite Couto).
  • Anos 1980: Início da carreira literária e profissional como jornalista; adopta o pseudónimo Mia Couto para assinar ficção e textos.
  • 1992: Publicação de Terra Sonâmbula, obra que o projecta internacionalmente e é considerada marco da literatura moçambicana contemporânea.
  • 2000: Publicação de O Último Voo do Flamingo, romance amplamente debatido e traduzido.
  • 2013: Condecoração com o Prémio Camões, a mais elevada distinção literária da língua portuguesa.

Sabias que?

  • Mia Couto é um pseudónimo; o seu nome de baptismo é António Emílio Leite Couto.
  • A sua escrita é conhecida pelo uso criativo de neologismos e pela musicalidade que incorpora elementos da oralidade moçambicana.
  • Várias das suas obras foram adaptadas para palco e projectos cénicos, reforçando a dimensão performativa da narrativa.

Obras Principais: Terra Sonâmbula, O Último Voo do Flamingo, O Fio das Missangas, A Confissão da Leoa

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