Frases de Salmos 107:31

Frases de Salmos 107:31

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Salmos 107:31 pertence ao Livro dos Salmos, uma colecção antiga de cânticos e orações da tradição hebraica. Não se pode atribuir a um autor individual com segurança; surge como parte de um salmo de acção de graças que celebra libertações diversas — dos perigos do mar, da prisão, da doença e da fome — e convoca a comunidade a louvar a benevolência divina.

Ao longo dos séculos esta curta declaração de louvor ganhou voz em liturgias, traduções e composições musicais. A sua mensagem concisa sobre gratidão e memória pública de maravilhas fez com que fosse usada como texto-base para hinos, sermões e inscrições memorialistas, mantendo relevância religiosamente e culturalmente até aos dias de hoje.

Cronologia

  • c. 6.º–3.º século a.C.: Composição e compilação do Livro dos Salmos na tradição israelita; Salmo 107 integra-se como cântico comunitário de ação de graças.
  • c. séc. III–II a.C.: Tradução para o grego na Septuaginta, que difundiu o texto no mundo helenístico e junto das primeiras comunidades cristãs.
  • final séc. IV d.C.: São Jerónimo inclui a versão latina (Vulgata), fixando formas litúrgicas que perdurariam na igreja ocidental.
  • séc. XVII: Traduções protestantes e vernaculares tornam o versículo amplamente conhecido em cultos e literatura devocional na Europa.
  • séc. XX–XXI: Amplamente citado em músicas sacras, hinos e usos civis: o versículo é usado em contextos de agradecimento, memória pública e artes.

Sabias que?

  • Apesar de curto, o versículo tornou-se mote para vários hinos de agradecimento em diferentes línguas.
  • É frequentemente recitado em cerimónias de gratidão, desde cultos religiosos a inaugurações e memoriais civis.
  • Algumas traduções modernas preferem «misericórdia» ou «benignidade», reflectindo variações semânticas do hebraico antigo.

Obras Principais: Livro dos Salmos, Salmo 107 (participação no cânone e comentariado), Hinos e composições litúrgicas baseadas em 107:31

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