Frases de Salmos 23:4

Frases de Salmos 23:4

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Salmos 23:4 é, na prática, um verso emblemático do Livro dos Salmos que personifica a voz de quem procura consolo no divino. Tradicionalmente atribuído a Rei David, o verso — «Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte...» — tornou‑se um dos textos religiosos mais citados, usado em liturgias, funerais e composições musicais ao longo dos séculos.

Enquanto fragmento poético, Salmos 23:4 resume uma teologia de confiança e presença. A sua concisão e imagética pastoral fizeram dele um ponto de referência para teólogos, poetas e artistas; o verso sobreviveu tanto em traduções litúrgicas como em adaptações profanas, permanecendo fonte de conforto cultural e espiritual.

Cronologia

  • c.1000 a.C.: Composição tradicional do Salmo 23, atribuída a Rei David na tradição judaico‑cristã.
  • séc. III a.C.: Inclusão do Salmo 23 na Septuaginta, a tradução grega das Escrituras Hebraicas.
  • c. IV d.C.: Tradução latina na Vulgata de Jerónimo, que contribuiu para a difusão litúrgica no mundo cristão ocidental.
  • séc. XVII: Primeiras traduções e circulação ampla do Salmo 23 em português e outras línguas vernaculares, reforçando o seu uso em cultos e cerimónias.
  • sécs. XX–XXI: Ampliação da presença cultural: adaptações musicais, citações em literatura e cinema, e uso corrente em funerais e ritos de consolo.

Sabias que?

  • A expressão «vale da sombra da morte» admite várias leituras e traduções, com debates filológicos entre o hebraico original e versões gregas/latinas.
  • Salmos 23:4 é frequentemente usado em funerais e exéquias, mas também inspirou numerosos hinos, peças corais e adaptações populares.
  • O verso atravessou fronteiras culturais: aparece em obras literárias, filmes e música como símbolo universal de consolo e coragem.

Obras Principais: Salmo 23 (incluindo Salmos 23:4), Livro dos Salmos, Bíblia Sagrada (Antigo Testamento)

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