Quem tem Deus no coração sabe que não...
A frase propõe que a presença de Deus no coração actua como cura interior, neutralizando o mal e a inveja. É uma afirmação poética sobre fé como força protectora e transformadora.
Significado e Contexto
A expressão afirma que a relação íntima com Deus é uma fonte de resistência ao mal e à inveja: quem guarda a divindade no coração encontra um remédio interno para as ofensas e as adversidades. Em sentido teológico, trata-se de uma confiança na providência e no amor divino como antídotos para o ódio e a hostilidade; em sentido ético, sugere que a interioridade religiosa molda comportamentos compassivos que neutralizam ataques morais.
Perguntas Frequentes
Esta frase é bíblica?
Não é uma citação directa da Bíblia; refere‑se a temas bíblicos (fé, cura, protecção) mas parece ser um provérbio de tradição oral.
Como aplicar esta ideia no dia a dia?
Praticando compaixão, cultivando fé ou valores morais e usando práticas de autocuidado que promovam resiliência contra inveja e mágoas.
Pode ajudar na saúde mental?
Sim: para muitas pessoas a espiritualidade oferece sentido e suporte emocional que contribuem para a recuperação e para lidar com o stress.
Há variações populares desta ideia?
Sim — existem muitos ditados e hinos que afirmam que a fé, o amor ou a esperança protegem contra o mal e curam feridas da alma.

Quem tem Deus no coração sabe que não há mal que vingue, nem inveja que maltrate, porque para todo mal há cura.
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