Frases de Augusto Cury - Sem liberdade, o ser humano de

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Frases de Augusto Cury


Sem liberdade, o ser humano deprime, asfixia, perde o sentido existencial. Sem liberdade, ou ele se destrói ou destrói os outros.

Augusto Cury

Esta citação de Augusto Cury revela a liberdade como oxigénio da alma humana. Sem ela, a existência perde significado, levando à autodestruição ou à violência contra os outros.

Significado e Contexto

Augusto Cury, psiquiatra e escritor brasileiro, aborda nesta citação a liberdade como necessidade psicológica fundamental. A primeira parte – 'Sem liberdade, o ser humano deprime, asfixia, perde o sentido existencial' – descreve o impacto interno: a privação de liberdade leva a estados depressivos, uma sensação de sufocamento emocional e uma crise de significado, pois a liberdade está intrinsecamente ligada à identidade e aos projetos de vida. A segunda parte – 'Sem liberdade, ou ele se destrói ou destrói os outros' – explora as consequências externas. Cury sugere que a frustração da liberdade acumula uma energia destrutiva que pode voltar-se contra o próprio indivíduo (como em comportamentos autodestrutivos) ou ser projetada no meio social, resultando em agressão, violência ou opressão sobre os outros. É uma visão que integra psicologia individual e dinâmica social.

Origem Histórica

Augusto Cury é um autor contemporâneo (nascido em 1958) cuja obra se popularizou a partir dos anos 1990. A sua abordagem, frequentemente chamada de 'psicologia multifocal', combina elementos da psicanálise, da psicologia cognitiva e de reflexões filosóficas sobre a condição humana. Esta citação reflecte o seu foco na importância da gestão emocional e da liberdade psicológica numa era marcada pelo stress, pelo controlo social e pelas exigências de desempenho.

Relevância Atual

Esta frase mantém uma relevância aguda no mundo contemporâneo. Num contexto de controlo digital, pressões sociais uniformizadoras, crises de saúde mental em ascensão e restrições a liberdades fundamentais em vários regimes, a reflexão de Cury serve como alerta. Ela ajuda a explicar fenómenos como o aumento de ansiedade e depressão, a radicalização violenta ou os conflitos sociais, muitas vezes enraizados em percepções de falta de liberdade e de falta de sentido.

Fonte Original: A citação é frequentemente atribuída à vasta obra de Augusto Cury, aparecendo em contextos de palestras, artigos e nos seus livros de desenvolvimento pessoal e psicologia aplicada. Pode estar associada a obras como 'O Vendedor de Sonhos' ou 'Ansiedade – Como Enfrentar o Mal do Século', que abordam temas de liberdade interior e gestão do pensamento.

Citação Original: Sem liberdade, o ser humano deprime, asfixia, perde o sentido existencial. Sem liberdade, ou ele se destrói ou destrói os outros.

Exemplos de Uso

  • Num contexto terapêutico, para explicar a origem de certas depressões ligadas a relacionamentos opressivos ou ambientes laborais tóxicos.
  • Em debates sobre direitos humanos e liberdades civis, para sublinhar as consequências psicológicas da opressão política.
  • Na educação parental, para alertar sobre os efeitos a longo prazo de uma criação excessivamente controladora e sem espaço para a autonomia.

Variações e Sinônimos

  • "A liberdade é o ar que a alma respira."
  • "Quem não é livre por dentro, acaba por explodir por fora."
  • "A falta de liberdade corrói o espírito."
  • Ditado popular: "Mais vale um pássaro livre do que uma gaiola de ouro."

Curiosidades

Augusto Cury é um dos autores brasileiros mais lidos no mundo, com obras publicadas em mais de 70 países. Apesar de ser psiquiatra, a sua escrita acessível e metafórica, como nesta citação, conquistou um público vasto além da academia.

Perguntas Frequentes

O que Augusto Cury quer dizer com 'asfixia' nesta citação?
Cury usa 'asfixia' como metáfora para a sensação psicológica de sufocamento, falta de ar vital e impossibilidade de expansão pessoal quando a liberdade é negada.
Esta citação aplica-se apenas a liberdades políticas?
Não. Cury refere-se principalmente à liberdade psicológica, emocional e de pensamento. Inclui a liberdade de ser, de escolher, de errar e de criar, que pode ser limitada em contextos familiares, laborais ou mesmo por padrões internos de autocobrança.
Como evitar a 'destruição' mencionada por Cury?
Promovendo espaços de liberdade responsável, autoconhecimento para gerir frustrações, e ambientes (sociais, laborais) que respeitem a autonomia e a singularidade de cada pessoa.
Esta visão é pessimista sobre a natureza humana?
Não é pessimista, mas realista sobre uma necessidade fundamental. Cury destaca um risco, mas a sua obra geral propõe ferramentas (como a 'ditadura da emoção' e a 'gestão do pensamento') para construir liberdade interior e prevenir esses desfechos destrutivos.

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