Frases de Simone de Beauvoir - Que nada nos limite. Que nada ...
Significado e Contexto
A frase articula quatro imperativos que formam um programa de libertação individual e colectiva: não permitir limites, recusar definições exteriores, rejeitar sujeição e afirmar a liberdade como essência. Cada cláusula aponta para a recusa de categorias fixas — sejam sociais, culturais ou institucionais — e para a necessidade de que a liberdade não seja apenas uma atribuição externa, mas a própria substância do sujeito. Do ponto de vista filosófico, esta formulação ecoa o existencialismo: a existência precede a essência e a liberdade é prática contínua. No plano político e ético, funciona como um chamado à responsabilidade para construir identidades não determinadas por papéis impostos, defendendo uma liberdade activa que transforma as condições de vida e os sistemas de opressão.
Perguntas Frequentes
Quem escreveu esta frase?
Vem de O Segundo Sexo?
O que significa "liberdade seja a nossa própria substância"?
Como usar esta citação em contexto educativo?
Fonte Original: Atribuída a Simone de Beauvoir em várias colectâneas de citações e em redes sociais; contudo, não há consenso académico sobre uma fonte primária específica (não confirmada em obras como O Segundo Sexo).

Que nada nos limite. Que nada nos defina. Que nada nos sujeite. Que a liberdade seja a nossa própria substância.
Simone de Beauvoir


