Frases de Augusto Cury - Estamos tão atarefados em com

Frases de Augusto Cury - Estamos tão atarefados em com...


Frases de Augusto Cury


Estamos tão atarefados em comprar, vender, possuir, fazer, que perdemos a sensibilidade para nos espantarmos com o espetáculo da vida e com os segredos que a cercam.

Augusto Cury

Esta citação de Augusto Cury convida-nos a uma pausa reflexiva. Ela alerta para como o frenesim materialista nos afasta da capacidade de maravilhar-nos com a existência e os seus mistérios profundos.

Significado e Contexto

A citação de Augusto Cury critica a sociedade contemporânea, onde as atividades de comprar, vender, possuir e fazer (trabalhar) ocupam tanto espaço mental que nos tornamos insensíveis ao que realmente importa: a experiência de maravilhar-se com a vida. O 'espetáculo da vida' refere-se aos momentos simples e belos do quotidiano, enquanto 'os segredos que a cercam' aludem aos mistérios existenciais, filosóficos e espirituais que transcendem o material. Cury sugere que, ao priorizarmos o ter sobre o ser, perdemos a capacidade de contemplação e conexão com o profundo. Num tom educativo, esta análise destaca como o autor, enquanto psiquiatra e escritor, aponta para uma disfunção psicológica coletiva: a hiperaceleração mental. A perda do 'espanto' não é apenas estética, mas uma perda de saúde emocional e espiritual. A frase serve como um alerta para repensarmos prioridades, convidando a um retorno a uma postura mais contemplativa e menos consumista perante a existência.

Origem Histórica

Augusto Cury é um psiquiatra, psicoterapeuta, escritor e investigador brasileiro nascido em 1958, conhecido por desenvolver a 'Teoria da Inteligência Multifocal'. A sua obra, que inclui livros como 'O Vendedor de Sonhos' e a série 'Análise da Inteligência de Cristo', frequentemente aborda temas como a gestão da emoção, o stress da vida moderna e a busca de significado. Esta citação reflete o seu pensamento crítico sobre os efeitos psicológicos do capitalismo e da sociedade de consumo no século XXI, inserindo-se no contexto mais amplo das suas reflexões sobre saúde mental e qualidade de vida.

Relevância Atual

Esta frase mantém uma relevância acentuada hoje devido à aceleração digital, ao consumismo exacerbado e à cultura da produtividade. Num mundo dominado por redes sociais, compras online e uma pressão constante para 'fazer', muitas pessoas relatam sentimentos de vazio, ansiedade e desconexão. A citação ressoa com movimentos contemporâneos como o 'slow living', a atenção plena (mindfulness) e a crítica ao capitalismo, lembrando-nos da importância de desacelerar e recuperar a capacidade de se maravilhar com o simples e o misterioso.

Fonte Original: A citação é frequentemente atribuída a Augusto Cury em várias das suas obras e palestras, embora não seja possível precisar um livro específico sem consulta direta. É uma frase que sintetiza um tema central do seu pensamento.

Citação Original: Estamos tão atarefados em comprar, vender, possuir, fazer, que perdemos a sensibilidade para nos espantarmos com o espetáculo da vida e com os segredos que a cercam.

Exemplos de Uso

  • Num workshop sobre mindfulness, o formador citou Augusto Cury para ilustrar a importância de parar e observar a natureza.
  • Num artigo sobre consumismo, o autor usou a frase para criticar como as compras online nos distraem da beleza do quotidiano.
  • Numa terapia, o psicólogo referiu a citação para ajudar um paciente a repensar a sua relação com o trabalho e o lazer.

Variações e Sinônimos

  • A vida passa enquanto estamos ocupados a fazer outros planos. (John Lennon)
  • Não é a consciência dos homens que determina o seu ser, mas, pelo contrário, o seu ser social que determina a sua consciência. (Karl Marx - em contexto materialista)
  • O essencial é invisível aos olhos. (Antoine de Saint-Exupéry, em 'O Principezinho')
  • Viver não é necessário; necessário é criar. (Fernando Pessoa - contraponto filosófico)

Curiosidades

Augusto Cury é um dos autores brasileiros mais lidos no mundo, com obras traduzidas para mais de 70 países. A sua 'Teoria da Inteligência Multifocal' é estudada em cursos de pós-graduação em vários países, incluindo Portugal.

Perguntas Frequentes

O que significa 'perder a sensibilidade para nos espantarmos'?
Significa tornar-se emocionalmente insensível ou indiferente às maravilhas e mistérios da vida, devido ao excesso de atividades materiais e consumistas.
Como posso aplicar esta reflexão no meu dia a dia?
Pratique pausas contemplativas, reduza o consumo desnecessário, dedique tempo a observar a natureza ou a arte, e questione prioridades para valorizar experiências sobre posses.
Por que é Augusto Cury relevante na educação?
Cury aborda temas cruciais como gestão emocional e crítica social, oferecendo ferramentas para educadores e alunos refletirem sobre saúde mental e valores numa sociedade acelerada.
Esta citação critica o capitalismo?
Indiretamente, sim. Ela critica os comportamentos impulsionados por uma sociedade consumista e produtivista, sem necessariamente nomear sistemas económicos, focando-se nos efeitos psicológicos individuais.

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