O único que não me abandona é Deus. O...
Significado e Contexto
A frase expressa a convicção de que Deus é a única presença inabalável na vida do eu-lírico, enquanto as relações humanas são mutáveis e passíveis de abandono. O segmento final — "O resto eu me acostumo" — introduz uma postura prática: não expectar fidelidade dos outros, mas aprender a habituar-se à perda, transformando-a em rotina emocional. Num registo educativo, a citação permite abordar temas como confiança, dependência emocional e estratégias de coping. Filosoficamente, situa-se entre a teologia da fidelidade divina e o existencialismo da solidão humana; psicologicamente, remete para mecanismos de dessensibilização e resiliência perante rupturas sociais.
Perguntas Frequentes
Esta citação é de origem bíblica?
Como usar esta frase em contexto educativo?
A frase incentiva a dependência exclusiva de Deus?
É apropriado usar esta citação em terapia?
Fonte Original: Desconhecida — expressão popular/aforismo sem autoria confirmada.

O único que não me abandona é Deus. O resto eu me acostumo.