Frases de Pablo Neruda - O amor é tão curto e o esque

Frases de Pablo Neruda - O amor é tão curto e o esque...


Frases de Pablo Neruda


O amor é tão curto e o esquecimento é tão longo.

Pablo Neruda

Esta citação de Pablo Neruda captura a efemeridade do amor e a persistência da saudade. Contrasta a brevidade da experiência amorosa com a duração infinita da sua ausência na memória.

Significado e Contexto

A citação 'O amor é tão curto e o esquecimento é tão longo' expressa uma visão melancólica sobre a natureza transitória do amor e a permanência da sua ausência. Neruda contrasta a brevidade intensa da experiência amorosa com a extensão duradoura do processo de esquecimento, sugerindo que enquanto o amor pode ser fugaz, a memória da sua perda persiste indefinidamente. Esta dualidade reflete a complexidade emocional humana, onde momentos de felicidade parecem efémeros face ao prolongado sofrimento da saudade, uma ideia que ressoa com a tradição literária da poesia amorosa trágica.

Origem Histórica

Pablo Neruda (1904-1973), poeta chileno e Prémio Nobel de Literatura em 1971, escreveu esta frase no contexto do seu trabalho poético que frequentemente explorava temas de amor, perda e tempo. A citação surge numa época pós-moderna onde a poesia latino-americana estava a redefinir a expressão emocional, influenciada pelo surrealismo e por questões políticas. Neruda, envolvido em causas sociais e relações amorosas complexas, reflectia nas suas obras a tensão entre paixão efémera e memória persistente.

Relevância Atual

Esta frase mantém relevância hoje porque aborda questões universais e atemporais sobre relações humanas, saudade e a percepção do tempo. Na era digital, onde conexões podem ser superficiais e efémeras, a reflexão sobre a duração do amor versus a persistência da memória ressoa com experiências contemporâneas de desilusão amorosa e nostalgia. É frequentemente citada em contextos de autoajuda, terapia e discussões sobre saúde mental, ilustrando como a arte transcende gerações.

Fonte Original: A citação é atribuída a Pablo Neruda, possivelmente derivada da sua obra poética, embora não tenha uma fonte documentada única. Aparece frequentemente em antologias e citações populares, reflectindo temas comuns na sua poesia como em 'Vinte Poemas de Amor e uma Canção Desesperada' (1924).

Citação Original: El amor es tan corto y el olvido es tan largo.

Exemplos de Uso

  • Em terapia, para explicar a dificuldade de superar um término de relacionamento.
  • Num discurso sobre a importância de valorizar momentos felizes passageiros.
  • Em redes sociais, para expressar saudade numa publicação nostálgica.

Variações e Sinônimos

  • O amor é breve, a saudade é eterna.
  • Os momentos felizes passam rápido, a dor fica.
  • Amor de instante, esquecimento de sempre.
  • Ditado popular: 'Quem ama esquece? Nunca.'

Curiosidades

Pablo Neruda escreveu a maioria dos seus poemas de amor para Matilde Urrutia, sua terceira esposa, mas esta citação é frequentemente associada a relações anteriores, mostrando como a sua obra transcende experiências pessoais específicas.

Perguntas Frequentes

Qual é o significado principal desta citação de Neruda?
A citação contrasta a brevidade da experiência amorosa com a longa duração do processo de esquecimento, destacando a persistência da memória emocional.
Em que obra de Neruda aparece esta frase?
Não está documentada numa obra específica, mas reflecte temas comuns na sua poesia, especialmente em colecções como 'Vinte Poemas de Amor e uma Canção Desesperada'.
Por que esta citação é ainda relevante hoje?
Porque aborda emoções universais como amor, perda e saudade, que são experiências humanas atemporais, aplicáveis a relacionamentos modernos.
Como posso usar esta citação num contexto educativo?
Pode ser usada para ensinar sobre poesia, análise literária, ou discussões sobre emoções humanas em disciplinas como literatura, filosofia ou psicologia.

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