Frases de Daniel Goleman - A verdadeira compaixão não s

Frases de Daniel Goleman - A verdadeira compaixão não s...


Frases de Daniel Goleman


A verdadeira compaixão não significa apenas sentir a dor de outra pessoa, mas estar motivada para eliminá-la.

Daniel Goleman

Esta citação transcende a simples empatia, propondo que a verdadeira compaixão é uma força ativa que nos impele a aliviar o sofrimento alheio. Revela a essência transformadora do cuidado humano.

Significado e Contexto

A citação de Daniel Goleman distingue claramente entre empatia passiva e compaixão ativa. Enquanto a empatia envolve reconhecer e partilhar os sentimentos de outra pessoa, a compaixão, segundo esta visão, exige um passo adicional: a motivação intrínseca para agir e reduzir ou eliminar a causa desse sofrimento. Esta perspetiva enquadra-se na psicologia contemporânea, que vê a compaixão não como um mero sentimento, mas como uma competência emocional que combina sensibilidade com uma orientação para o auxílio proativo. A frase sublinha que o valor moral e social da compaixão reside precisamente na sua tradução em gestos concretos, tornando-a uma força motriz para a cooperação e o apoio mútuo nas sociedades.

Origem Histórica

Daniel Goleman é um psicólogo, jornalista científico e autor norte-americano, amplamente conhecido por popularizar o conceito de 'inteligência emocional' na década de 1990 com o seu livro homónimo. O seu trabalho posterior expandiu-se para áreas como a liderança, a atenção plena (mindfulness) e a compaixão. Esta citação reflete a sua investigação contínua sobre como as competências emocionais podem ser cultivadas para melhorar o bem-estar individual e coletivo, integrando conhecimentos da psicologia, neurociência e tradições contemplativas.

Relevância Atual

Num mundo marcado por crises globais, desigualdades e isolamento social, esta visão da compaixão como ação é profundamente relevante. Incentiva uma postura proativa perante problemas como a pobreza, a discriminação ou a saúde mental, indo além da simples consciencialização. É um antídoto contra a 'fadiga da empatia' ou a passividade, promovendo um envolvimento cívico e pessoal mais significativo. Na educação e no local de trabalho, fomenta culturas de apoio e responsabilidade social.

Fonte Original: A citação está frequentemente associada ao trabalho de Daniel Goleman sobre inteligência emocional e compaixão, embora não seja atribuída a um livro específico com título exato. É uma síntema recorrente nas suas palestras, artigos e nos livros que exploram a dimensão social da inteligência emocional.

Citação Original: True compassion means not only feeling another's pain but also being moved to help relieve it.

Exemplos de Uso

  • Um voluntário num banco alimentar não só compreende a fome, mas dedica tempo a distribuir refeições.
  • Um gestor que, ao detetar 'burnout' numa equipa, implementa medidas concretas para reduzir a carga de trabalho.
  • Um cidadão que, sensibilizado com os sem-abrigo, participa em campanhas de angariação de fundos para abrigos, em vez de apenas lamentar a situação.

Variações e Sinônimos

  • A compaixão sem ação é apenas reconhecimento.
  • Sentir é humano, agir é divino (adaptação de provérbio).
  • A verdadeira solidariedade mede-se pelos atos, não pelas intenções.
  • Empatia em movimento.

Curiosidades

Daniel Goleman foi duas vezes nomeado para o Prémio Pulitzer pelo seu trabalho de jornalismo no 'The New York Times' antes de se tornar um autor best-seller mundial com 'Inteligência Emocional', que esteve na lista de mais vendidos do 'The New York Times' durante um ano e meio.

Perguntas Frequentes

Qual é a diferença entre empatia e compaixão segundo Goleman?
Para Goleman, a empatia é a capacidade de sentir o que outra pessoa sente, enquanto a compaixão inclui essa empatia, mas acrescenta a motivação e a ação para aliviar esse sofrimento.
Como posso desenvolver uma compaixão mais ativa?
Pratique a atenção plena para reconhecer o sofrimento, cultive a bondade (metta) através de meditação, e envolva-se em pequenos atos de ajuda no dia a dia, transformando a intenção em gesto.
Esta citação aplica-se apenas a indivíduos?
Não. Aplica-se também a organizações e sociedades. Empresas com responsabilidade social ou políticas públicas orientadas para o bem-estar coletivo são exemplos de compaixão ativa institucional.
A compaixão ativa pode levar ao esgotamento?
Sim, se não for equilibrada com autocuidado. Goleman e outros especialistas enfatizam a importância dos limites e da 'compaixão por si próprio' para sustentar a ajuda aos outros a longo prazo.

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