Frases de Mário Quintana - Que haverá com a lua que semp

Frases de Mário Quintana - Que haverá com a lua que semp...


Frases de Mário Quintana


Que haverá com a lua que sempre que a gente a olha é com o súbito espanto da primeira vez?

Mário Quintana

A frase sugere que o assombro não se esgota com a repetição: mesmo o familiar conserva a capacidade de nos surpreender. É uma celebração da atenção e da renovação do olhar perante o mundo cotidiano.

Significado e Contexto

A frase coloca a lua como símbolo do que permanece capaz de nos surpreender apesar da repetição. Ao questionar «Que haverá com a lua...», o enunciador revela a perplexidade diante de um fenómeno simples que, contudo, reacende sempre a sensação da primeira contemplação — uma experiência estética e emotiva que escapa à rotina. A partir de um ponto de vista educativo, a passagem ensina sobre percepção e atenção: não é o objecto em si que muda, mas a nossa relação com ele. A observação renovada traduz uma atitude contemplativa que valoriza a presença, a memória afectiva e a abertura para o mistério que persiste mesmo nas coisas quotidianas.

Origem Histórica

Mário Quintana (1906–1994), poeta e cronista brasileiro, destacou‑se no século XX por uma voz concisa, coloquial e profundamente humana. Inserido fora das correntes modernistas radicais, desenvolveu uma escrita marcada pela ironia suave, pela nostalgia e por aforismos que circulam isolados em antologias. Muitas das suas frases tornam‑se citações populares, frequentemente reproduzidas em jornais, livros de aforismos e redes sociais.

Relevância Atual

A citação mantém‑se pertinente porque toca numa experiência universal: a capacidade de maravilhar‑se num mundo acelerado e saturado de imagens. Em tempos de atenção fragmentada, o convite à contemplação e à redescoberta do familiar funciona como um lembrete pedagógico sobre mindfulness, literacia estética e a importância de cultivar um olhar atento.

Fonte Original: Atribuída a Mário Quintana; a referência a um texto ou livro específico não é consistentemente confirmada em fontes primárias e a frase circula sobretudo em antologias, crônicas e recolhas de citações do autor.

Citação Original: Que haverá com a lua que sempre que a gente a olha é com o súbito espanto da primeira vez?

Exemplos de Uso

  • Legenda de fotografia lunar nas redes sociais para evocar surpresa e admiração.
  • Abertura de uma aula de literatura ou filosofia sobre perceção, atenção e experiência estética.
  • Exercício de mindfulness: usar a citação como convite para observar com renovado espanto um objecto quotidiano.

Variações e Sinônimos

  • Cada olhar renova a primeira surpresa.
  • A beleza do familiar surpreende sempre.
  • Mesmo conhecido, o mundo continua a encantar.
  • A primeira vez regressa em cada contemplação.

Curiosidades

Mário Quintana é frequentemente chamado de «poeta dos pequenos acontecimentos» pela capacidade de transformar gestos e imagens corriqueiras em epigramas memoráveis. A sua casa em Porto Alegre transformou‑se na Casa de Cultura Mário Quintana, um centro cultural instalado no antigo Hotel Majestic, testemunho da sua importância na cultura brasileira. Muitas de suas frases circulam isoladas, o que às vezes dificulta a rastreabilidade da fonte original.

Perguntas Frequentes

Quem escreveu esta frase?
A frase é atribuída ao poeta brasileiro Mário Quintana (1906–1994), amplamente citada em antologias e recolhas de aforismos.
O que significa esta citação?
Significa que o familiar (a lua) conserva sempre a capacidade de nos surpreender, sugerindo uma atitude de atenção e admiração renovada perante o quotidiano.
Posso usar a citação em trabalhos ou redes sociais?
Sim, desde que atribua a autoria a Mário Quintana. Note que os direitos de autor vigoram até 70 anos após a morte do autor (no caso de Quintana, até 2064 em jurisdições que aplicam esse prazo).
Como posso explorar esta frase em contexto educativo?
Utilize‑a como ponto de partida para exercícios de observação, discussões sobre percepção estética, análise de linguagem poética e atividades de escrita que incentivem a redescoberta do quotidiano.

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