Frases de Charles Chaplin - Quem faz uma vez, não faz dua

Frases de Charles Chaplin - Quem faz uma vez, não faz dua...


Frases de Charles Chaplin


Quem faz uma vez, não faz duas necessariamente, mas quem faz dez, com certeza faz onze.

Charles Chaplin

Esta citação de Chaplin revela a natureza cumulativa das ações humanas, sugerindo que a repetição cria um impulso que torna a continuidade quase inevitável. É uma reflexão sobre hábitos, perseverança e a força do momentum na vida.

Significado e Contexto

Esta citação de Charles Chaplin explora o conceito psicológico e filosófico de que as ações repetidas criam uma trajetória que torna a continuação mais provável. O primeiro ato ('quem faz uma vez') não garante repetição, mas após múltiplas repetições ('quem faz dez'), estabelece-se um padrão comportamental tão forte que a próxima ação ('faz onze') torna-se quase automática. Esta ideia conecta-se com teorias sobre formação de hábitos, onde a repetição consolida circuitos neurais, e com conceitos de momentum, onde o movimento inicial gera energia para continuar.

Origem Histórica

Charles Chaplin (1889-1977) foi um cineasta, ator e comediante britânico que alcançou fama mundial durante a era do cinema mudo. Embora seja mais conhecido pelo seu personagem 'Charlot', Chaplin era também um pensador profundo cujas obras frequentemente continham críticas sociais e reflexões filosóficas. Esta citação reflete sua compreensão da natureza humana e da sociedade, desenvolvida através de uma vida de observação artística e experiências pessoais marcadas por dificuldades e superação.

Relevância Atual

Esta frase mantém relevância contemporânea em áreas como psicologia comportamental, desenvolvimento pessoal e educação. No contexto atual de busca por produtividade e formação de bons hábitos, a citação serve como lembrete poderoso sobre a importância da consistência. Aplicações modernas incluem programas de fitness, aprendizagem de competências, empreendedorismo e até sustentabilidade ambiental, onde ações repetidas criam transformações duradouras.

Fonte Original: Atribuída a Charles Chaplin em discursos e escritos, embora a origem exata seja difícil de determinar com precisão. Não está associada a um filme específico, mas reflete temas presentes em sua obra cinematográfica e pensamento filosófico.

Citação Original: Quem faz uma vez, não faz duas necessariamente, mas quem faz dez, com certeza faz onze.

Exemplos de Uso

  • No contexto desportivo: um atleta que treina consistentemente durante meses naturalmente continuará seu regime, mesmo quando atinge seus objetivos iniciais.
  • Na educação: um estudante que desenvolve o hábito de estudar diariamente tenderá a manter essa rotina além do período académico obrigatório.
  • No voluntariado: quem se envolve regularmente em trabalho comunitário frequentemente expande seu compromisso para novas iniciativas.

Variações e Sinônimos

  • A prática leva à perfeição
  • Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura
  • Quem persiste, alcança
  • O hábito faz o monge
  • A repetição é a mãe da retenção

Curiosidades

Apesar de ser mundialmente conhecido como comediante, Chaplin nunca ganhou um Óscar competitivo pela sua atuação, apenas recebendo prémios honorários. Esta ironia reflete como sua profundidade filosófica muitas vezes foi subestimada face ao seu talento cômico.

Perguntas Frequentes

O que significa exatamente 'quem faz dez, com certeza faz onze'?
Significa que após estabelecer um padrão consistente de ação (representado pelas dez vezes), a continuação desse comportamento torna-se quase inevitável e natural.
Esta citação aplica-se apenas a ações positivas?
Não, o princípio aplica-se a qualquer comportamento repetido, seja positivo (como exercício físico) ou negativo (como procrastinação), destacando a importância de conscientemente cultivar bons hábitos.
Como posso usar esta filosofia na minha vida quotidiana?
Comece com pequenas ações consistentes numa área que deseja desenvolver. Após estabelecer regularidade, o momentum natural ajudará a manter e expandir esse comportamento.
Esta ideia tem base científica?
Sim, relaciona-se com conceitos psicológicos como formação de hábitos (onde repetições criam automatismos) e neuroplasticidade (onde padrões neurais se fortalecem com uso frequente).

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