Frases de Apocalipse 11:17 - Graças te damos, Senhor Deus

Frases de Apocalipse 11:17 - Graças te damos, Senhor Deus ...


Frases de Apocalipse 11:17


Graças te damos, Senhor Deus todo pdoeroso, que és e que eras, porque assumiste o teu grande poder e começaste a reinar.

Apocalipse 11:17

Esta citação celebra o momento em que o divino assume plenamente o seu poder soberano, marcando uma transição cósmica de esperança e justiça final. Expressa gratidão pela manifestação definitiva de uma autoridade que transcende o tempo.

Significado e Contexto

Esta citação, retirada do livro do Apocalipse, surge num contexto de visões escatológicas. É proferida pelos 'vinte e quatro anciãos' no céu, após o toque da sétima trombeta, que anuncia a consumação do mistério de Deus. A expressão 'que és e que eras' (uma variação do habitual 'que és, que eras e que hás de vir') sugere que o futuro já se realizou – Deus começou a reinar plenamente. A ação de 'assumir o grande poder' refere-se ao exercício definitivo da soberania divina sobre a história e o cosmos, marcando o estabelecimento do seu reino eterno após o julgamento. A gratidão ('Graças te damos') é a resposta adequada dos redimidos a este ato culminante de salvação e justiça.

Origem Histórica

O livro do Apocalipse (ou Revelação) é atribuído ao apóstolo João, que o terá escrito durante o seu exílio na ilha de Patmos, por volta do ano 95 d.C., sob o imperador Domiciano. É um texto do género apocalíptico, comum no judaísmo do Segundo Templo e no cristianismo primitivo, que usa símbolos e visões para transmitir esperança e consolação a comunidades perseguidas, revelando o desfecho vitorioso do plano de Deus perante o mal e a opressão do Império Romano.

Relevância Atual

Esta frase mantém relevância como uma afirmação de fé na soberania última de Deus num mundo frequentemente marcado pelo caos, injustiça e sofrimento. Oferece uma perspetiva de esperança, lembrando os crentes que a história tem um propósito e um fim definido pela justiça divina. É usada em liturgias, hinos e reflexões teológicas para celebrar a realeza de Cristo e alimentar a esperança escatológica.

Fonte Original: Livro bíblico: Apocalipse (ou Revelação de São João), capítulo 11, versículo 17.

Citação Original: εὐχαριστοῦμέν σοι, κύριε ὁ θεὸς ὁ παντοκράτωρ, ὁ ὢν καὶ ὁ ἦν, ὅτι εἴληφας τὴν δύναμίν σου τὴν μεγάλην καὶ ἐβασίλευσας.

Exemplos de Uso

  • Num sermão sobre esperança cristã, o pastor citou Apocalipse 11:17 para ilustrar a certeza do reinado final de Deus.
  • O coro entoou um cântico baseado neste versículo durante a celebração da Festa de Cristo Rei.
  • Num estudo bíblico sobre o fim dos tempos, o versículo foi analisado como ponto de viragem nas visões apocalípticas.

Variações e Sinônimos

  • 'O reino do mundo passou a ser de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará para todo o sempre.' (Apocalipse 11:15)
  • 'O Senhor reina para sempre.' (Salmo 9:7)
  • 'Venha o teu reino.' (Pai-Nosso, Mateus 6:10)
  • 'Aleluia! Porque reina o Senhor, o nosso Deus, o Todo-Poderoso.' (Apocalipse 19:6)

Curiosidades

A expressão 'que és e que eras' neste versículo é uma variação notável da fórmula tripartida mais comum no Apocalipse ('que és, que eras e que hás de vir'). Muitos exegetas veem nesta omissão do 'que hás de vir' um sinal literário de que, neste ponto da narrativa, a vinda futura de Deus já se tornou presente no seu ato de reinar.

Perguntas Frequentes

Quem fala a citação em Apocalipse 11:17?
São os 'vinte e quatro anciãos' que estão diante do trono de Deus no céu, representando provavelmente a totalidade do povo de Deus (as 12 tribos de Israel e os 12 apóstolos).
Por que se diz 'que és e que eras' em vez de 'que és, que eras e que hás de vir'?
A omissão de 'que hás de vir' sugere que, com o toque da sétima trombeta e o início do reinado divino, a vinda futura de Deus torna-se uma realidade presente. O futuro esperado concretiza-se.
Qual é o contexto imediato deste versículo?
Segue-se imediatamente ao anúncio do sétimo anjo: 'O reino do mundo passou a ser de nosso Senhor e do seu Cristo' (v.15). É uma resposta de adoração e gratidão celestial a essa proclamação.
Como é usada esta citação na liturgia cristã atual?
É frequentemente usada em celebrações relacionadas com a realeza de Cristo (como a Solenidade de Cristo Rei) e em hinos que focam a soberania e o juízo final de Deus.

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