Frases de Pablo Neruda - É proibido não fazer as cois

Frases de Pablo Neruda - É proibido não fazer as cois...


Frases de Pablo Neruda


É proibido não fazer as coisas por si mesmo, não crer em Deus e fazer seu destino, ter medo da vida e de seus compromissos, não viver cada dia como se fosse um último suspiro.

Pablo Neruda

Esta citação de Neruda convida a uma existência plena e consciente, rejeitando a passividade e o medo. É um apelo poético para abraçar a vida com coragem e autenticidade.

Significado e Contexto

A citação de Neruda articula uma filosofia de vida ativa e responsável. No primeiro segmento, 'É proibido não fazer as coisas por si mesmo, não crer em Deus e fazer seu destino', o poeta defende a autonomia individual. A expressão 'não crer em Deus' pode ser interpretada metaforicamente como uma rejeição de dogmas externos ou autoridades absolutas, incentivando cada pessoa a ser a arquiteta da sua própria existência e crenças. A segunda parte, 'ter medo da vida e de seus compromissos, não viver cada dia como se fosse um último suspiro', condena a paralisia causada pelo medo e a procrastinação. Neruda exalta a intensidade do presente, sugerindo que a consciência da finitude (o 'último suspiro') deve motivar uma participação plena e apaixonada na vida, honrando os compromissos que assumimos.

Origem Histórica

Pablo Neruda (1904-1973), pseudónimo de Neftalí Ricardo Reyes Basoalto, foi um poeta chileno, diplomata e ativista político, Prémio Nobel de Literatura em 1971. A sua obra, especialmente a partir da fase de compromisso social e político (a partir da década de 1930, com obras como 'Canto General'), reflete uma profunda preocupação com a condição humana, a justiça social e a liberdade individual. Esta citação ecoa os temas de engajamento pessoal e responsabilidade que percorrem a sua poesia, alinhando-se com o humanismo e o existencialismo latino-americano do século XX, que enfatizavam a ação e a definição do 'ser' através das escolhas.

Relevância Atual

Esta frase mantém uma relevância pungente no mundo contemporâneo, marcado por ansiedades, incertezas e, por vezes, uma sensação de impotência perante sistemas complexos. Ela serve como um antídoto contra a passividade digital, o conformismo e a cultura do medo. Num contexto de busca por significado e autenticidade, a mensagem de Neruda encoraja os indivíduos a assumirem o controlo das suas narrativas pessoais, a enfrentarem desafios com resiliência e a valorizarem o tempo presente – temas centrais em discursos sobre desenvolvimento pessoal, mindfulness e liderança ética.

Fonte Original: A atribuição exata desta citação a uma obra específica de Neruda é complexa, pois frases semelhantes circulam amplamente em antologias e na internet, muitas vezes extraídas do seu vasto corpus poético e prosaico. Pode estar relacionada com o espírito de obras como 'Canto General' ou os seus numerosos discursos e escritos sobre a vida e o compromisso. É frequentemente citada em contextos de autoajuda e reflexão filosófica.

Citação Original: É proibido não fazer as coisas por si mesmo, não crer em Deus e fazer seu destino, ter medo da vida e de seus compromissos, não viver cada dia como se fosse um último suspiro.

Exemplos de Uso

  • Num discurso motivacional para empreendedores: 'Lembrem-se das palavras de Neruda: é proibido ter medo dos compromissos. Arrisquem, criem o vosso destino.'
  • Num artigo sobre bem-estar mental: 'Para combater a ansiedade, adote a perspectiva de Neruda: viver cada dia com a intensidade de um último suspiro, focando no presente.'
  • Numa aula de filosofia ou literatura: 'Esta citação ilustra o conceito existencialista de autenticidade. Neruda proíbe a má-fé, a fuga da liberdade e da responsabilidade.'

Variações e Sinônimos

  • "A vida é o que fazemos dela." (Provérbio popular)
  • "Carpe Diem" (Aproveita o dia) - Horácio
  • "Quem não arrisca, não petisca." (Ditado popular)
  • "O homem está condenado a ser livre." - Jean-Paul Sartre
  • "Viva como se fosse morrer amanhã. Aprenda como se fosse viver para sempre." - Mahatma Gandhi

Curiosidades

Pablo Neruda era um colecionador apaixonado. Entre os seus itens mais peculiares estavam uma vasta coleção de conchas marinhas e uma figura de proa de um navio, refletindo o seu fascínio pelo mar e pela exploração, temas que também permeiam a sua poesia e a sua metáfora de 'navegar' pela vida.

Perguntas Frequentes

O que Neruda quer dizer com 'não crer em Deus' nesta citação?
É uma metáfora para a rejeição de crenças ou autoridades externas que determinem passivamente o nosso caminho. Neruda defende que cada indivíduo deve construir as suas próprias convicções e destino, sendo o 'Deus' do seu próprio percurso.
Esta citação é de um poema específico de Neruda?
Não é atribuída a um poema específico com título universalmente reconhecido. Circula como uma citação de autoria atribuída a Neruda, possivelmente extraída da sua prosa, discursos ou do espírito geral da sua obra comprometida com a ação humana.
Como posso aplicar esta filosofia no meu dia a dia?
Tomando decisões ativas em vez de passivas, assumindo responsabilidade pelos seus compromissos, enfrentando medos com pequenos passos e tentando estar plenamente presente e engajado em cada atividade, como se o tempo fosse precioso.
Por que a frase começa com 'É proibido' em vez de um conselho?
O uso de 'proibido' por Neruda é uma força retórica. Transforma uma sugestão numa ordem poética e ética, criando um imperativo moral mais forte e memorável para agir e viver com coragem.

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