Frases de Edmund Burke - Para que o mal triunfe basta q...
Significado e Contexto
A máxima sugere que o triúnfo do mal não exige forças extraordinárias, mas apenas a passividade dos que poderiam contrariá‑lo; a omissão transforma potenciais defensores do bem em cúmplices passivos. Em termos éticos, sublinha a ligação entre acção e responsabilidade: o bem exige intervenção contínua, vigilância e coragem cívica para prevenir abusos e injustiças. Num registo pedagógico, a frase funciona como ferramenta para discutir responsabilidade colectiva, civismo e os mecanismos sociais que permitem abusos de poder: apatia, normalização do comportamento nocivo e confiança excessiva em instituições que podem falhar. Serve igualmente para enfatizar que pequenas acções de muitos podem contrariar grandes males.
Perguntas Frequentes
Edmund Burke escreveu mesmo esta frase?
O que significa esta citação em termos práticos?
Como usar esta frase em contexto educativo?
Por que a citação continua popular?
Fonte Original: Atribuição incerta: não existe consenso sobre uma fonte publicada específica nos escritos ou discursos de Burke onde a frase surja com esta formulação exacta. A ideia sintetiza temas recorrentes nas suas obras, mas a formulação inglesa popularizou‑se em citações posteriores e paráfrases do século XIX e XX.

Para que o mal triunfe basta que os bons fiquem de braços cruzados.
Edmund Burke


